Tudo o que já passou pela sua conta. É a ficha de cada produto — nome, marca, grupo, foto, preço médio, peso — e a mise vincula à base dela para você não digitar nada: o produto vem com foto, classificação e código de barras prontos.
Fotografe a nota ou insira o arquivo (XML, Excel ou CSV). A mise lê linha a linha e sugere o produto do seu estoque; você confirma e escolhe se o valor é de compra ou de venda.
Por que isso importa: o preço da nota substitui a estimativa de mercado. O valor do seu estoque passa a ser o real, e o CMV — o que saiu × quanto custou — sai correto.
Na primeira nota a mise identifica cada linha sozinha — por exemplo, "CERV HEINEKEN LT 350 C/12" vira 12 latas da Heineken 350 ml do seu estoque. Ela guarda esse vínculo.
Nas próximas, é só fotografar: as linhas entram ligadas sozinhas e o preço é atualizado. Aí, entre duas contagens, ela sabe quanto entrou, quanto sobrou e quanto custou.
Exemplo: entraram 48 latas a R$ 4,20; na contagem seguinte sobraram 10. Saíram 38 — custo de R$ 159,60. Se o caixa registrou 35 vendidas, 3 latas sumiram: perda real, não conta de padaria.
O motivo fica no extrato e vira relatório de perda.
Aponte para o código de barras
Diga quantas unidades tem e leia o código de 1 unidade solta para ligar as duas. A leitura da unidade não conta; a caixa entra como unidades.