EAN, GTIN, DUN-14 e SKU: a diferença entre eles
Quem trabalha com estoque cruza essas quatro siglas o tempo todo — e confundi-las gera erro caro: caixa lançada como unidade, produto duplicado no sistema, contagem que não bate.
Um quadro para não errar mais
| Sigla | O que é | Onde aparece |
|---|---|---|
| GTIN | O nome-guarda-chuva do número global do item. EAN, UPC e DUN são todos GTINs. | Documentos fiscais, sistemas, catálogos |
| EAN-13 | O código de 13 dígitos da unidade de venda. | Embalagem que vai para o consumidor |
| EAN-8 | Versão curta, para embalagens pequenas demais. | Balas, sachês, latinhas pequenas |
| DUN-14 | Identifica a caixa com várias unidades. | Caixa fechada, palete, food service |
| SKU | Código interno da sua empresa. Você inventa e só vale aí dentro. | Seu sistema, sua etiqueta |
A confusão que mais custa dinheiro
Bipar a caixa (DUN-14) e lançar como se fosse unidade multiplica o erro por quantas unidades a caixa tiver. Uma caixa de 12 lançada como 1 lata destrói o estoque e o custo do prato. O contrário também acontece: contar 24 unidades soltas quando o sistema espera caixas fechadas.
Como o DUN-14 se relaciona com o EAN da unidade
Na maioria das vezes o DUN-14 é o próprio EAN-13 da unidade com um dígito na frente (o indicador de embalagem, de 1 a 8) e um novo dígito verificador no fim. Por isso, ao bipar uma caixa, dá para deduzir qual é a unidade que está lá dentro — mas o peso e a quantidade por caixa só o rótulo informa.
E o SKU, para que serve então?
O SKU é seu. Serve para o que o GTIN não cobre: produto a granel, preparo da casa, item sem código de barras, ou a mesma mercadoria em duas embalagens que você quer tratar junto. A boa prática é guardar os dois: o GTIN para reconhecer o produto no mundo, o SKU para organizar dentro de casa.
A forma mais rápida de consultar: apontar a câmera
A mise faz tudo o que esta página descreve num único gesto. Você aponta a câmera do celular para o código e o produto volta completo: nome, marca, peso, foto, NCM e a classificação inteira — grupo, subgrupo e categoria — preenchidos sozinhos.
- Mais de 5 milhões de produtos brasileiros na base, já classificados e revisados.
- Se o código não estiver na base, a IA da mise identifica: ela busca, valida o dígito verificador, cruza fontes e devolve o produto montado.
- Sem subir planilha nem cadastrar nada antes. Você não monta base de dados: abre o app, bipa e o estoque nasce sozinho, item a item.
Conte o estoque só lendo os códigos — a mise cuida da identificação. Grátis, sem cartão.
Testar grátisPerguntas frequentes
GTIN e EAN são a mesma coisa?
Quase. GTIN é o nome geral do identificador global; EAN-13 é o formato mais usado no varejo brasileiro. Todo EAN é um GTIN, mas nem todo GTIN é EAN — o DUN-14 da caixa também é GTIN.
Como sei se o código que bipei é de caixa?
Pelo tamanho: 14 dígitos indica caixa (DUN-14). Também é comum a caixa trazer a etiqueta com o texto "DUN" ou um segundo código maior que o da unidade.
Preciso de código de barras para vender no meu restaurante?
Não. Código de barras é obrigatório para vender em varejo de terceiros. Para controlar o seu próprio estoque, você usa o código que já vem no produto comprado — e cria SKU só para o que não tem código.
Posso inventar um código de barras para um produto meu?
Para uso interno, sim: crie um SKU. Para vender em outras lojas, é preciso adquirir um prefixo GS1 — códigos inventados colidem com produtos reais e geram erro no caixa do cliente.