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App de stock para livraria: o ISBN é um código de barras, e a mise lê-o

Por mise · Atualizado a 15/10/2026

Resposta rápida: numa livraria o stock controla-se pelo ISBN, que é um código de barras com prefixo 978 ou 979: aponta-se a câmara e o livro aparece. Conta-se por estante, a consignação fica em zona própria, as devoluções à editora registam-se como saída, e os livros antigos sem ISBN criam-se à mão uma vez, com título e fotografia.

Leia o ISBN na contracapa ou tire uma fotografia: a IA da mise encontra o livro e devolve-o já classificado, pronto a contar. Numa livraria isso significa contar por estante com a equipa, saber o que é consignação e o que é seu, e ver que títulos não vendem há um ano.

A mise é uma app de inventário e gestão de stocks: aponte a câmara do telemóvel ao código de barras (ou tire uma fotografia) e o artigo aparece completo, com nome, marca, categoria e foto. Se for desconhecido, a IA da mise encontra-o. 7 dias grátis, sem cartão.

Uma livraria de bairro tem dez mil títulos, muitos com um só exemplar, metade em depósito das distribuidoras e o resto comprado firme. As devoluções saem em caixas e os livros usados não têm código nenhum. O ISBN resolve metade do problema: é um código de barras como os outros. Este guia mostra a outra metade.

O que se conta numa livraria

FamíliaComo se contaAtenção a
Livros novos, compra firmeISBN (código de barras 978/979) na contracapaEdições diferentes do mesmo título têm ISBN diferente
Livros em consignação ou depósitoMesmo ISBN, zona «depósito» por distribuidoraMisturar com stock próprio
Livros usados e antigos sem ISBNArtigo próprio, criado à mão com título e fotografiaUm exemplar, um artigo
Papelaria, agendas, presentesCódigo de barrasÉpoca escolar e Natal
Revistas e publicações periódicasCódigo de barras; devolução como saídaRotação semanal
Jogos, puzzles, material escolarCódigo de barrasFurto de artigos pequenos

O ISBN de 13 dígitos é um código de barras EAN como o de qualquer produto: começa por 978 ou 979 e a mise lê-o com a câmara. A edição de bolso e a de capa dura têm ISBN diferente e aparecem como artigos diferentes.

Por onde o stock foge numa livraria

Contar por estante, sem fechar a livraria

  1. Divida em zonas: cada estante ou secção (ficção, infantil, escolar, técnico), balcão de encomendas, armazém, e uma zona «depósito» por distribuidora.
  2. Leia o ISBN de cada exemplar na contracapa. O livro aparece com título, editora e fotografia; títulos repetidos leem-se uma vez e escreve-se a quantidade.
  3. Livros usados sem ISBN: tire uma fotografia à capa para a IA da mise tentar identificá-lo; se não existir, crie-o à mão uma vez, com título, autor e fotografia.
  4. Devoluções registam-se como saída com motivo (devolvido à distribuidora) no dia em que a caixa sai.
  5. Feche a contagem e compare com a anterior e com as vendas: a diferença, em exemplares e em euros ao custo, é a quebra; a lista do que está parado há doze meses é a próxima devolução ou promoção.

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Consignação, devoluções e o que fica parado

A zona «depósito» por distribuidora resolve a maior confusão da livraria: o que está nessa zona é da distribuidora até ser vendido, e a lista da zona diz o que devolver quando o prazo se aproxima.

Com as faturas e guias lançadas em XML, Excel ou CSV, o histórico de cada ISBN mostra entradas, vendas, devoluções e saldo. O stock mínimo fica nos títulos de fundo (clássicos, dicionários, manuais escolares); o que desce abaixo entra na lista de compras, por distribuidora.

Exemplo com números. Uma livraria com 9 000 títulos e 14 000 exemplares, 58 000 € ao custo, contou pela primeira vez pelo ISBN. Faltavam 140 exemplares (1 900 € ao custo), a maior parte livros infantis pequenos e três caixas de devolução nunca registadas. Havia 60 exemplares em depósito com o prazo de devolução vencido (740 €) que iam ser faturados. E 2 300 exemplares de compra firme não tinham vendido em doze meses: 9 800 € parados. Devolução feita a tempo, promoção nos parados e a encomenda seguinte foi feita só pelo histórico de cada título.

A rotina de uma livraria bem contada

QuandoO quêTempo
Em cada receçãoLer os ISBN contra a guia; depósito para a zona da distribuidoraConforme as caixas
SemanalNovidades, balcão de encomendas, revistas; devoluções como saída30 minutos
MensalDuas ou três estantes, à vez1 hora
Anual (janeiro)Livraria completa com a equipa; o que está paradoUm dia

O que a mise faz na livraria, e o que não faz

Em resumo, o que está na caixa «Faça isto na mise» acima, sem limite de artigos, contagens e leituras.

O que não faz: não comunica devoluções nem encomendas às editoras e distribuidoras; a lista sai em PDF, Excel, WhatsApp ou e-mail e envia-a quem quiser. Não é POS nem programa de faturação e não aplica o regime do preço fixo do livro; a venda fica no seu sistema certificado. Não garante identificar pela fotografia um livro antigo sem ISBN: nesse caso cria-se à mão uma vez.
Experimente a mise na sua livraria

Aponte a câmara ao ISBN: o livro aparece completo, a consignação fica separada e o que está parado sai em euros. 7 dias grátis.

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Perguntas frequentes

A app lê o ISBN?

Sim. O ISBN de 13 dígitos é um código de barras EAN com prefixo 978 ou 979. Aponta-se a câmara e o livro aparece com título, editora e fotografia.

Como separo a consignação do stock próprio?

Com uma zona «depósito» por distribuidora. O mesmo ISBN pode estar na estante (compra firme) e no depósito; a contagem mostra os dois separados e a lista da zona diz o que devolver.

E os livros usados ou antigos sem ISBN?

Tire uma fotografia à capa para a IA da mise tentar identificar. Se não existir, crie o artigo à mão uma vez, com título e fotografia.

Edições diferentes do mesmo livro aparecem juntas?

Não: cada edição tem o seu ISBN, por isso a edição de bolso e a de capa dura são artigos diferentes, com o preço de custo certo de cada uma.

Quanto custa a mise?

7 dias grátis, sem cartão, para experimentar na sua loja.