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App de stock para loja de presentes e decoração: muitas referências, poucas unidades de cada

Por mise · Atualizado a 15/10/2026

Resposta rápida: numa loja de presentes e decoração o stock controla-se referência a referência, pelo código de barras do fornecedor quando existe e por artigo criado à mão com fotografia quando não existe. Conta-se por zona ao longo do mês, regista-se o que se parte como saída com motivo e, depois de cada época, vê-se o que sobrou e quanto vale.

Leia o código de barras da peça ou tire uma fotografia: a IA da mise encontra o artigo e devolve-o já classificado. A peça de artesanato sem código cria-se à mão uma vez, com nome e fotografia. Numa loja de presentes isso significa contar duas mil referências numa manhã e saber quanto ficou nas caixas de Natal guardadas no armazém.

A mise é uma app de inventário e gestão de stocks: aponte a câmara do telemóvel ao código de barras (ou tire uma fotografia) e o artigo aparece completo, com nome, marca, categoria e foto. Se for desconhecido, a IA da mise encontra-o. 7 dias grátis, sem cartão.

A loja de presentes tem duas mil referências, duas ou três unidades de cada, fornecedores pequenos, metade do catálogo sem código de barras e quatro épocas por ano que enchem e esvaziam a montra. O que não vende em dezembro fica no armazém até ao dezembro seguinte. Este guia mostra como contar e como não deixar o dinheiro em caixas de cartão.

O que se conta numa loja de presentes e decoração

FamíliaComo se contaAtenção a
Decoração (velas, cerâmica, molduras, têxteis)Código de barras do fornecedor; cada cor é um artigoPeça partida; variante trocada
Artesanato e peças avulsas sem códigoArtigo próprio criado à mão com nome e fotografiaUm fornecedor pequeno, uma nota sem detalhe
Papelaria, postais, agendasCódigo de barrasPequenos e muitos
Artigos de época (Natal, Páscoa, Dia da Mãe, regresso às aulas)Código de barras; zona ou armazém «época»O que sobra fica um ano parado
Papel de embrulho, laços, sacos, caixasCódigo do rolo ou pacote; conta-se como consumívelOferecido com cada venda
Cabazes e conjuntos montadosFicha técnica ou saída dos componentesA peça contada duas vezes

O que vem do artesão não traz código: cria-se à mão uma vez, com nome e fotografia; com rótulo, a fotografia serve para a IA da mise tentar identificar.

Por onde o stock foge numa loja de presentes

Contar por zona, ao longo do mês

  1. Divida a loja em zonas: montra, mesas de exposição, papelaria, embalagens, armazém e armazém «época» (fora da loja, é outro local na mesma conta).
  2. Leia o código de cada peça e escreva a quantidade; o artesanato abre-se pela fotografia.
  3. Registe o que se partiu como saída com motivo, no dia.
  4. Embalagens como consumível: conte os rolos uma vez por mês; a diferença é o custo do embrulho.
  5. Feche a contagem e compare com a anterior e com as vendas; a diferença, em euros ao custo, é a quebra. Reconte antes de aceitar: as peças mudam de mesa.

Faça isto na mise

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Épocas e capital parado

Antes de cada época, o stock mínimo dos artigos que a vão puxar sobe e o que desce abaixo entra na lista de compras, por fornecedor. Depois, a contagem da zona «época» diz o que sobrou e quanto vale: é com esse número, e não com a sugestão do representante, que se faz a encomenda seguinte. A análise ABC separa as 200 referências que fazem 70% das vendas das 1 500 que fazem 10%; a rotação diz quantas semanas cada família demora a sair.

Exemplo com números. Uma loja com 1 900 referências e 27 000 € de stock ao custo contou em janeiro. Faltavam 11 peças (140 €) e havia 6 partidas (85 €) nunca registadas. No armazém, 3 400 € de Natal em caixas, dos quais 900 € já lá estavam do ano anterior e tinham sido encomendados de novo. O embrulho de dezembro, contado pelos rolos gastos, custou 410 € em 620 vendas: 0,66 € por venda que ninguém tinha somado. No Natal seguinte a encomenda foi feita pelo histórico e o parado em janeiro caiu para 1 500 €.

A rotina de uma loja de presentes bem contada

QuandoO quêTempo
SemanalMontra e mesa junto à porta; partidos com motivo20 minutos
MensalDuas ou três zonas à vez; embalagens pelos rolos1 hora
Antes de cada épocaSubir mínimos; lista de compras30 minutos
Depois de cada épocaZona «época»: o que sobrou1 hora

O que a mise faz na loja de presentes, e o que não faz

Em resumo, o que está na caixa «Faça isto na mise» acima, sem limite de artigos, contagens e leituras.

O que não faz: não imprime etiquetas de código de barras para o artesanato; o artigo criado à mão identifica-se pelo nome e pela fotografia. Não é POS nem programa de faturação, e não gere a loja online. Não monta nem desfaz cabazes sozinha: ao vender um conjunto, dê saída às peças ou crie uma ficha técnica. Não envia alertas de nenhum tipo.
Experimente a mise na sua loja de presentes

Leia o código de barras ou tire uma fotografia a cada peça e saiba, depois de cada época, o que sobrou e quanto vale. 7 dias grátis.

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Perguntas frequentes

Metade do que vendo não tem código de barras. Serve na mesma?

Serve. Crie cada peça à mão uma vez, com nome e fotografia. Se tiver rótulo, a fotografia serve para a IA da mise tentar identificar; se não, o nome é o que a loja lhe der.

Como conto o papel de embrulho e os laços?

Como consumível: leia o código dos rolos uma vez por mês e escreva quantos há. A diferença para o mês anterior é o custo do embrulho.

O que faço com o que sobra do Natal?

Conte a zona «época» em janeiro: o que sobrou e quanto vale. Fica como stock registado para não o encomendar de novo.

Preciso de fechar a loja para contar?

Não. Conte duas ou três zonas por mês e a montra todas as semanas; ao fim de um mês a loja inteira passou pela contagem.

Quanto custa a mise?

7 dias grátis, sem cartão, para experimentar na sua loja.