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App de stock para loja de ferragens e materiais de construção: do parafuso avulso ao saco de cimento

Por mise · Atualizado a 15/10/2026

Resposta rápida: numa loja de ferragens o stock controla-se em três ritmos: a ferramenta elétrica e os artigos caros contam-se por mês pelo código de barras; o miúdo (parafusos, porcas, buchas) conta-se a peso, por semestre; o pesado do pátio conta-se à palete e ao metro, por mês. O stock mínimo nas referências que puxam a loja evita a rutura e a análise ABC diz onde gastar o tempo.

Leia o código de barras da ferramenta ou da caixa de parafusos, ou tire uma fotografia à etiqueta: a IA da mise encontra o artigo e devolve-o já classificado, com a medida certa. Numa loja de ferragens isso significa contar a ferramenta elétrica numa manhã e pesar as gavetas de parafusos em vez de os contar um a um.

A mise é uma app de inventário e gestão de stocks: aponte a câmara do telemóvel ao código de barras (ou tire uma fotografia) e o artigo aparece completo, com nome, marca, categoria e foto. Se for desconhecido, a IA da mise encontra-o. 7 dias grátis, sem cartão.

A loja de ferragens e materiais de construção é o retalho com a maior amplitude de valor por referência: parafusos a 3 cêntimos e berbequins a 300 euros, areia à tonelada e brocas à unidade, tudo no mesmo stock. Contar tudo com o mesmo rigor é impossível; não contar nada é deixar o lucro no pátio.

O que se conta numa loja de ferragens, e em que unidade

SecçãoArtigos e unidadeComo se conta
FerramentaBerbequins, rebarbadoras, serras, chaves (unidade)Código de barras; valor alto
MiúdoParafusos, porcas, anilhas, buchas, pregos (kg, caixa)Caixa fechada pelo código; gaveta pesa-se
Consumíveis e tintasBrocas, discos, silicone, tintas (unidade, lata)Código de cada cor e volume
Canalização e eletricidadeTubos, acessórios, cabo, tomadas (unidade, metro, rolo)Código; tubo e cabo ao metro ou ao rolo
PátioCimento, areia, brita, tijolo, telha (saco, palete, tonelada)Palete × sacos; artigo próprio para granel

A ferramenta elétrica e as tintas são o dinheiro; o miúdo é o tempo.

Por onde o stock foge numa loja de ferragens

Três ritmos de contagem: a análise ABC manda

A análise ABC divide o stock pelo valor que cada referência move: os A contam-se todos os meses; os B por trimestre; os C (o miúdo) por semestre, a peso.

  1. Ferramenta e tintas (A): mensal, pelo código de barras, uma secção por semana.
  2. Consumíveis, canalização e eletricidade (B): trimestral. Tubos e cabos ao metro ou ao rolo; a ponta que resta conta-se ao metro.
  3. Miúdo (C): semestral, a peso. Cada gaveta é um artigo com o peso por unidade; pesa-se com a balança Bluetooth ou fotografia do visor e a quantidade sai.
  4. Pátio: mensal. Palete fechada × sacos; palete aberta aos sacos; areia a granel é artigo próprio em toneladas.

Peça avulsa sem código: fotografia à etiqueta para a IA da mise tentar identificar; se não existir, cria-se à mão uma vez, com nome e fotografia.

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Stock mínimo nas referências que puxam a loja

Numa loja de ferragens a rutura custa mais do que a quebra: o profissional que não encontra a bucha de que precisa hoje vai à loja grande e leva lá a compra inteira. Defina um stock mínimo nas referências de rotação diária; o que fica abaixo entra na lista de compras, por fornecedor, em PDF, Excel, WhatsApp ou e-mail. Ver stock mínimo e rutura de stock.

Exemplo com números. Uma loja de ferragens e materiais com 9 200 referências e 164 000 € de stock ao custo contou pela primeira vez pelo código e a peso. Ferramenta e consumíveis: 27 artigos em falta, 1 840 €. Miúdo pesado nas gavetas: 6% menos do que o sistema dizia, 710 €. Pátio: 38 sacos de cimento empedrados, 460 €. E 2 300 referências sem venda em dezoito meses, 21 000 € parados. Em seis meses a quebra caiu para um terço e o stock parado baixou 8 000 €.

A rotina de contagem de uma loja de ferragens

SecçãoFrequênciaComo
Ferramenta, tintas, consumíveis caros (A)Mensal, uma secção por semanaCódigo de barras, com a equipa
PátioMensalPalete × sacos; o que empedrou com motivo
Canalização, eletricidade, jardim (B)TrimestralCódigo; cabo ao metro
Miúdo (C)SemestralGaveta a peso
Loja completaAnualValor do stock para as contas

Loja e armazém separados são locais na mesma conta. Ver app de stock para loja de peças auto.

O que a mise faz na loja de ferragens, e o que não faz

O que faz está na caixa «Faça isto na mise», acima.

O que não faz: não é POS nem programa de faturação; a venda, as contas-correntes de clientes e as guias de transporte continuam no seu sistema certificado. Não faz orçamentos de obra nem converte unidades sozinha: o rolo de 100 m e o metro são artigos ligados por si. Não envia a encomenda ao fornecedor: prepara a lista e abre o WhatsApp ou o e-mail. Não calcula preços de venda.
Experimente a mise na sua loja de ferragens

Leia o código de barras do berbequim ou pese a gaveta de parafusos: o artigo aparece completo e a lista de compras faz-se sozinha. 7 dias grátis.

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Perguntas frequentes

Como se contam os parafusos e as porcas?

A peso. Cada gaveta é um artigo com o peso por unidade registado; pesa-se com a balança Bluetooth ou pela fotografia do visor e a quantidade sai.

E o cabo e o tubo vendidos ao metro?

O rolo fechado conta-se pelo código; o aberto conta-se aos metros que restam. A cada corte vendido dá-se saída dos metros.

Tenho de contar a loja toda de uma vez?

Não. Ferramenta e tintas todos os meses, consumíveis por trimestre, miúdo por semestre. A loja completa só uma vez por ano, para as contas.

Como conto o cimento e a areia do pátio?

Palete fechada × sacos; palete aberta aos sacos. Areia e brita a granel são artigo próprio em toneladas. O que empedra sai com motivo.

Quanto custa a mise?

7 dias grátis, sem cartão, para experimentar na sua loja.