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App de stock para loja de telemóveis e eletrónica: contar aparelhos, acessórios e peças de reparação

Por mise · Atualizado a 15/10/2026

Resposta rápida: numa loja de telemóveis e eletrónica o stock controla-se em três ritmos: os aparelhos, poucos e caros, contam-se todos os dias em cinco minutos; os acessórios, muitos e pequenos, por parede, uma vez por semana; as peças de reparação dão baixa por serviço, com uma ficha técnica por tipo de reparação. Tudo lido pelo código de barras da caixa ou da etiqueta.

Leia o código de barras da caixa do aparelho ou da capa, ou tire uma fotografia: a IA da mise encontra o artigo e devolve-o já classificado. Numa loja de telemóveis isso significa saber todos os dias que aparelhos tem, que acessórios faltam na parede e que ecrãs sobram na oficina.

A mise é uma app de inventário e gestão de stocks: aponte a câmara do telemóvel ao código de barras (ou tire uma fotografia) e o artigo aparece completo, com nome, marca, categoria e foto. Se for desconhecido, a IA da mise encontra-o. 7 dias grátis, sem cartão.

Uma loja de telemóveis guarda 60% do valor do stock em vinte caixas atrás do balcão e o resto em quinhentas capas e cabos pendurados numa parede ao alcance de todos. Na oficina, ecrãs e baterias entram em serviços e saem sem registo. E há sempre um aparelho de demonstração que ninguém sabe se é stock. Este guia mostra como contar os três sem perder a manhã.

O que se conta numa loja de telemóveis e eletrónica

FamíliaComo se contaAtenção a
Telemóveis, tablets, relógios, auscultadores de marcaCódigo de barras da caixa; cada cor e capacidade é um artigoValor alto, poucas unidades; demonstração
Acessórios (capas, vidros, cabos, carregadores, colunas)Código de barras; capa por modelo e corMuitas referências; furto; modelo errado
Peças de reparação (ecrãs, baterias, conectores)Código do fornecedor ou artigo próprio por modeloUsadas em serviço sem baixa; modelos antigos parados
Consumíveis de oficina (adesivos, colas, películas)Código de barras ou artigo próprioConsumo sem registo
Aparelhos de demonstração e de exposiçãoMesmo artigo, zona «demonstração»Vendido como novo ou nunca abatido
Usados e recondicionadosArtigo próprio por aparelho, criado à mão com fotografiaUm aparelho, um artigo

A peça de reparação sem código e o aparelho usado criam-se à mão uma vez, com nome e fotografia.

Por onde o stock foge numa loja de telemóveis

Três ritmos de contagem

  1. Aparelhos: todos os dias, cinco minutos. Leia o código de cada caixa atrás do balcão e no cofre; é a primeira coisa a fazer de manhã.
  2. Acessórios: uma parede por semana. Divida em zonas (capas, cabos, áudio, proteção) e leia o código de cada gancho.
  3. Oficina: peças e consumíveis uma vez por semana, por modelo. O que falta tem de corresponder aos serviços feitos.
  4. Demonstração em zona própria; o que vai para o fornecedor sai com motivo (devolução, garantia).
  5. Feche cada contagem e compare com a anterior e com as vendas: a diferença, em euros ao preço da última fatura, é a quebra.

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Peças de reparação: baixa por serviço

A oficina é uma cozinha: cada tipo de reparação é uma receita. A ficha «substituição de ecrã, modelo X» leva um ecrã desse modelo, um adesivo e uma película. Ao importar a folha de serviços do dia (nome, quantidade, valor), a mise dá baixa das peças pela ficha; a contagem semanal da oficina diz se o real bate com o teórico.

Exemplo com números. Uma loja com 1 800 referências e 36 000 € de stock ao custo, dos quais 21 000 € em aparelhos. A contagem mensal dos acessórios encontrou 11 capas (9 € cada, 99 €) e 6 vidros temperados (4 €, 24 €) em falta: 123 € por mês, 1 500 € por ano, numa parede junto à porta. Na oficina sobravam 7 ecrãs de modelos com três anos (390 € parados) e faltava um ecrã atual (48 €) que tinha sido usado numa reparação sem registo. Mudou-se a parede dos acessórios para trás do balcão, as peças passaram a dar baixa pela folha de serviços e os ecrãs antigos foram vendidos a uma oficina.

A rotina de uma loja de telemóveis bem contada

QuandoO quêTempo
Todos os dias, ao abrirAparelhos atrás do balcão e no cofre5 minutos
SemanalUma parede de acessórios; peças e consumíveis da oficina45 minutos
MensalAcessórios completos; demonstração e devoluções; comparação com vendas e serviços2 horas
TrimestralValor do stock e peças de modelos antigos paradasNo computador, 30 minutos

O stock mínimo fica nos acessórios e peças dos modelos mais vendidos; o que desce abaixo entra na lista de compras, por fornecedor. Ver app de stock para loja de peças auto, um negócio parecido na oficina.

O que a mise faz na loja de telemóveis e eletrónica, e o que não faz

Em resumo, o que está na caixa «Faça isto na mise» acima, sem limite de artigos, contagens e leituras.

O que não faz: não gere números de série nem IMEI de cada aparelho; conta unidades por artigo. Não abre ordens de reparação, orçamentos nem garantias; isso fica no seu sistema de assistência. Não é POS e não fatura. Não envia alertas de nenhum tipo.
Experimente a mise na sua loja de telemóveis

Conte os aparelhos em cinco minutos todas as manhãs e saiba que acessórios e peças desapareceram, em euros. 7 dias grátis.

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Perguntas frequentes

A app controla o número de série ou o IMEI?

Não. A mise conta unidades por artigo (modelo, cor, capacidade) pelo código da caixa. O número de série e a garantia ficam no seu sistema de assistência.

Como dou baixa das peças usadas nas reparações?

Com uma ficha técnica por tipo de reparação. Importe a folha de serviços do dia e a baixa sai pela ficha; a contagem semanal da oficina confirma.

Como conto o aparelho de demonstração?

É o mesmo artigo numa zona «demonstração»: cinco em caixa e um exposto. Quando o vende, regista a saída dessa zona.

Com que frequência conto os acessórios?

Uma parede por semana, pelo código de cada gancho, e tudo uma vez por mês. É onde está a quebra desconhecida da loja.

Quanto custa a mise?

7 dias grátis, sem cartão, para experimentar na sua loja.