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IA para restaurante japonês: controle o peixe caro, o desperdício de sashimi e o CMV

Num japonês, a margem escorre pelo peixe: salmão e atum são caros, estragam rápido e perdem no corte. Some a isso a dose de arroz que ninguém pesa e o sashimi que sobra no balcão, e o CMV dispara. A inteligência artificial cuida da parte chata — conta o estoque, lê as notas e calcula o CMV por prato — pra você enxergar exatamente onde o peixe está virando prejuízo.

Por que o CMV do japonês é diferente

Restaurante japonês costuma operar com CMV entre 30% e 38% — mais alto que uma hamburgueria (28-32%) ou uma pizzaria (25-30%). O motivo é o insumo: o peixe fresco tem preço volátil, validade curta e rende menos do que o peso comprado (o corte descarta pele, espinha e aparas). Cada grama de salmão que estraga na câmara ou sobra num sashimi não vendido é dinheiro que já saiu. Sem medir, você não sabe se o problema é compra, corte ou porção.

O que a IA faz num restaurante japonês (na prática)

Tarefa manual (antes)Com IA (agora)
Pesar salmão e atum aberto na mão e anotar num cadernoPesa na balança Bluetooth e a IA registra o granel/peixe aberto direto na contagem
Digitar shoyu, wasabi, nori e gengibre um por umEscaneia o código de barras (ou tira foto) e a IA identifica e classifica sozinha
Lançar a nota do peixeiro item por item na planilhaSobe o XML, PDF ou foto da nota e a IA lê e lança automático com o preço real
Chutar o custo do combinado no olhoFicha técnica soma arroz, peixe, alga e molho e mostra custo, margem e CMV de cada prato
Não saber quanto peixe sumiu sem virar vendaA IA cruza contagem + notas + vendas e aponta a perda por produto
O peixe é o vilão silencioso. Pesando o salmão e o atum na balança Bluetooth na entrada e na contagem, a mise mostra quanto entrou, quanto virou prato e quanto sumiu no caminho. É assim que você separa perda de corte, sobra de balcão e porção fora do padrão — antes de fechar o mês no vermelho.

Padronizar a dose de arroz e o custo do prato

No sushi, a margem mora no detalhe: 5g de arroz a mais por peça, multiplicados por centenas de peças por noite, viram quilos de arroz e reais perdidos. A ficha técnica da mise fixa a receita de cada item — do niguiri ao temaki e ao combinado — e calcula o custo com o preço real das suas notas fiscais. Mudou a cotação do salmão ou a dose de arroz? O custo por prato se atualiza, e você vê na hora se ainda tem margem ou se precisa reajustar o cardápio. Calcule seu CMV agora →

A mise é a IA de estoque do restaurante japonês

A mise usa inteligência artificial pra fazer exatamente isso: você conta o estoque escaneando o código de barras dos industrializados com o celular, pesa o peixe e o granel na balança Bluetooth, sobe as notas fiscais (XML, PDF ou foto) e a IA classifica os produtos, calcula o CMV — total e por produto — e aponta onde está a perda. Ela ainda sugere a compra e o estoque mínimo pra você não ficar sem peixe nem comprar demais, e exporta pro seu ERP (Colibri, TOTVS). A base tem milhões de produtos, então a maioria dos itens já vem reconhecida.

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Por que a média não serve para o seu segmento

Nos Estados Unidos a mediana de food cost fica em 32,0% em serviço completo (National Restaurant Association, com mais de 900 operadores); no Brasil a ABF mede 34,3%. São mercados e cestas de insumo diferentes — e é por isso que o seu segmento tem faixa própria, aqui indicada em referência do setor.

O erro comum é perseguir o número de outro segmento. O caminho que funciona é medir o seu com contagem real, comparar consigo mesmo mês a mês e agir sobre o item que mais pesa — não sobre a média.

Fontes: ABF/Galunion, Pesquisa Anual Setorial de Foodservice 2024 (64 marcas, 11.260 PDVs) · Abrasel, painel mensal 2024 · National Restaurant Association, Restaurant Operations Data Abstract 2024.