Planilha de controle de estoque: onde funciona — e onde quebra
Todo restaurante começa numa planilha. Ela cumpre o papel no início, mas tem um teto — e conhecer esse teto evita meses tomando decisão com número errado.
O modelo mínimo de planilha (se for usar, use direito)
| Coluna | Pra quê |
|---|---|
| Código / Nome do item | Identificação única (evita "Vodka" 3x com nomes diferentes) |
| Unidade | un, kg, L, cx — padronizada |
| Categoria | Bebidas, carnes, secos… (agrupa análise) |
| Estoque inicial | Contagem do início do período |
| Entradas | Compras do período (das notas fiscais) |
| Estoque final | Contagem do fim do período |
| Consumo teórico × real | Inicial + entradas − final = consumo; compare com vendas |
| Custo unitário | Pra transformar quantidade em R$ e fechar o CMV |
Onde a planilha quebra
- Digitação: cada contagem são centenas de células digitadas à mão — horas de trabalho e erro de dedo garantido;
- Identificação: "Heineken 600", "Heineken 600ml" e "Cerveja Heineken" viram 3 itens — o consumo se perde;
- Notas fiscais: cada compra precisa ser digitada de novo, item a item;
- CMV: a fórmula quebra quando alguém insere linha, e ninguém percebe;
- Ninguém investiga: a planilha mostra número, não mostra onde o estoque sumiu.
A régua prática: passou de ~100 itens ou de 1 contagem por mês, a planilha começa a custar mais caro (em horas e em erro) do que um app. Na MISE, a contagem é escaneando o código de barras — o produto é reconhecido numa base de 5 milhões de itens —, as notas entram por XML/PDF/foto e o CMV e as diferenças saem prontos. E se você gosta de planilha: o app exporta tudo pra Excel — ela vira relatório, não trabalho.
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