App de stock para garrafeira: cada garrafa lida pelo código de barras
Por mise · Atualizado a 15/10/2026
Resposta rápida: numa garrafeira o stock controla-se garrafa a garrafa, pelo código de barras: são centenas de referências com duas ou três unidades cada, e a falta de uma garrafa cara pesa mais do que dez garrafas baratas. Conte por zona (prateleira, cave, armazém), registe a colheita quando interessa, trate as garrafas de prova como saída com motivo e veja a rotação por referência antes de encomendar.
Leia o código de barras da garrafa ou tire uma fotografia ao rótulo: a IA da mise encontra o vinho ou o destilado e devolve-o já classificado. Numa garrafeira isso significa contar quatrocentas referências numa manhã, saber quanto vale o que está nas prateleiras e na cave e ver o que não roda há meses.
A mise é uma app de inventário e gestão de stocks: aponte a câmara do telemóvel ao código de barras (ou tire uma fotografia) e o artigo aparece completo, com nome, marca, categoria e foto. Se for desconhecido, a IA da mise encontra-o. 7 dias grátis, sem cartão.
A garrafeira tem o problema inverso do supermercado: muitas referências e poucas unidades de cada. Quatrocentos vinhos com três garrafas cada, cinquenta gins, trinta whiskies. Uma garrafa que desaparece é uma referência que falta, e um cliente que a procurava. Este guia mostra como contar depressa e onde a garrafeira perde dinheiro.
O que se conta numa garrafeira
| Zona ou família | Como se conta | Atenção a |
|---|---|---|
| Vinhos tranquilos (tinto, branco, rosé) | Código de barras da garrafa | Colheita; a mesma referência em dois anos |
| Espumantes e champanhe | Código de barras | Valor alto; caixas de madeira fechadas |
| Destilados (gin, whisky, rum, vodca) | Código de barras | Furto; edições limitadas |
| Vinho do Porto, Madeira, licores | Código de barras | Garrafas antigas sem código |
| Cerveja artesanal | Código de barras; packs × unidades | Validade |
| Acessórios, cabazes, oferta | Código quando existe; senão artigo próprio | Cabaz montado com garrafas do stock |
| Garrafas de prova e abertas | Saída com motivo (prova) ou fração | Prova que não é registada |
Muitas referências, poucas unidades: porque a contagem é diferente
Num supermercado, errar duas unidades em cem é 2%. Numa garrafeira, errar uma garrafa em três é 33%, e a garrafa pode custar 60 euros. Por isso a garrafeira não conta por amostragem: conta tudo, garrafa a garrafa, e precisa de o fazer depressa para o repetir todos os meses.
- Siga a ordem das prateleiras, da esquerda para a direita, depois a cave e o armazém.
- Leia o código de barras de cada garrafa. O vinho aparece com produtor, região e fotografia; não escreve nada.
- Caixas fechadas leem-se pelo código da garrafa e multiplicam-se por 6 ou 12.
- Diferenças: reconte antes de aceitar. Numa garrafeira, metade das faltas são garrafas levadas para a montra ou para um cabaz.
Faça isto na mise
- Leia o código de barras da garrafa ou tire uma fotografia ao rótulo: a IA da mise encontra o vinho ou o destilado e devolve-o classificado (nome, produtor, fotografia, volume, grupo e categoria).
- Conte por zona (prateleira, cave, armazém) com a equipa; caixas fechadas multiplicam-se pelas unidades.
- Garrafas abertas em fração com a balança Bluetooth; provas registadas como saída com motivo.
- Stock mínimo nas referências de rotação e lista de compras em PDF, Excel, WhatsApp ou e-mail para o distribuidor.
- Fatura em XML, Excel ou CSV; valor do stock e histórico por garrafa; exportação para Excel e PDF. Sem limite de artigos, contagens e leituras.
7 dias grátis, sem cartão.
Colheitas e garrafas sem código de barras
O mesmo vinho de 2019 e de 2021 costuma ter o mesmo código de barras. Para a maioria das garrafeiras isso não importa; para quem vende colheitas antigas, importa. Crie um artigo próprio para a colheita que quer separar (com nome e fotografia) e conte-a à parte.
Garrafas antigas, importações diretas e pequenos produtores podem não ter código. Tire uma fotografia ao rótulo: a IA da mise tenta identificar o vinho. Se não existir, registe-o à mão uma vez, com nome e fotografia, e a partir daí conta-se como os outros. Ver inventário de vinhos.
Provas, garrafas abertas e cabazes
- Provas ao balcão. A garrafa aberta para o cliente provar sai do stock de venda. Registe a saída com motivo (prova): no fim do mês sabe quanto custaram as provas e se trouxeram vendas.
- Garrafas abertas na loja (vinho a copo, eventos): contam-se em fração, 0,5 se está a meio. Com uma balança Bluetooth pesa-se e a mise converte o peso em fração.
- Cabazes e caixas de oferta. Quando se monta um cabaz com garrafas do stock, dê saída às garrafas e crie o cabaz como artigo, ou venda-o pelos componentes. O que não se pode é ter a garrafa duas vezes: na prateleira e no cabaz.
Valor do stock e rotação por referência
Uma garrafeira vive de capital parado em prateleira. Duas perguntas que a contagem responde: quanto vale o que está na loja, ao preço de compra da fatura, e o que não roda. Uma referência que não vende há seis meses ocupa espaço e dinheiro que podia estar num vinho que sai todas as semanas.
Com as compras lançadas pela fatura (XML, Excel ou CSV) e a contagem feita, o histórico de cada garrafa mostra entradas, saídas e saldo. O stock mínimo fica nos vinhos de rotação (o tinto da casa, o espumante das festas, os três gins mais vendidos); o que fica abaixo entra na lista de compras para o distribuidor. Ver rotação de stocks e food cost de garrafeira.
O que a mise faz na garrafeira, e o que não faz
Em resumo, o que está na caixa «Faça isto na mise»: leitura pelo código de barras ou fotografia, contagem por zona com a equipa, validade por artigo, stock mínimo com lista de compras, fatura em XML, Excel ou CSV e exportação para Excel e PDF, sem limite de artigos, contagens e leituras.
Leia o código de barras de cada garrafa: o vinho aparece completo e o valor do stock sai em euros. 7 dias grátis.
Experimentar grátisPerguntas frequentes
O código de barras distingue a colheita?
Em geral não: o mesmo vinho de dois anos costuma ter o mesmo código. Se precisa de separar, crie um artigo próprio para a colheita, com nome e fotografia, e conte-a à parte.
E as garrafas sem código de barras?
Tire uma fotografia ao rótulo: a IA da mise tenta identificar o vinho. Se não existir em lado nenhum, registe-o à mão uma vez, com nome e fotografia.
Como registo as garrafas abertas para prova?
Como saída com motivo (prova). Assim o custo das provas aparece no fim do mês e não se confunde com furto.
Com que frequência conto a garrafeira?
Destilados e espumantes de valor todas as semanas; a loja inteira uma vez por mês. Com o código de barras, quatrocentas referências contam-se numa manhã.
Quanto custa a mise?
7 dias grátis, sem cartão, para experimentar na sua garrafeira.