Controle de estoque para cervejaria e brewpub: o guia prático
Cada tipo de operação perde dinheiro num lugar diferente. Em cervejaria e brewpub, o vazamento clássico é a perda de processo: litros produzidos × litros vendidos nunca fecham sem medição de cada etapa. Este guia mostra o que contar, com que frequência e qual número perseguir.
CMV de referência para cervejaria e brewpub: 25% a 35% do faturamento
Os itens que decidem o custo
- Maltes e lúpulos
- Leveduras
- Barris e growlers
- CO2
- Cozinha do taproom
Regra 80/20: esses itens carregam a maior parte do valor do estoque — merecem contagem semanal, não só a mensal. Veja o passo a passo do inventário →
Onde cervejaria e brewpub costuma perder dinheiro
O ralo típico do segmento é a perda de processo: litros produzidos × litros vendidos nunca fecham sem medição de cada etapa. Taproom: o copo "cortesia" e o growler mal medido são CMV — registre tudo que sai da torneira.
Dica de quem opera: Meça perda por etapa (brassagem, fermentação, envase, linha): 8-12% é normal, acima disso tem vazamento de processo.
A rotina mínima que funciona
- Semanal: contagem rápida dos itens críticos (lista acima) — com código de barras leva minutos;
- Mensal: inventário geral + fechamento do CMV;
- Sempre: conferir recebimento contra a nota fiscal e registrar quebras.
Na MISE, você escaneia o código de barras (base de 5 milhões de produtos), importa as notas por XML/PDF/foto e recebe o CMV e o relatório de perdas prontos. Grátis pra começar, sem cartão.
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