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Controle de estoque para tapiocaria: o guia prático

Cada tipo de operação perde dinheiro num lugar diferente. Em tapiocaria, o vazamento clássico é a goma hidratada que passa do ponto: dura 2-3 dias refrigerada e fermenta — quem hidrata 10kg na segunda pra economizar tempo joga 3kg azedos fora na quinta. Este guia mostra o que contar, com que frequência e qual número perseguir.

CMV de referência para tapiocaria: 22% a 28% do faturamento

Os itens que decidem o custo

Regra 80/20: esses itens carregam a maior parte do valor do estoque — merecem contagem semanal, não só a mensal. Veja o passo a passo do inventário →

Onde tapiocaria costuma perder dinheiro

O ralo típico do segmento é a goma hidratada que passa do ponto: dura 2-3 dias refrigerada e fermenta — quem hidrata 10kg na segunda pra economizar tempo joga 3kg azedos fora na quinta. Tapioca tem um dos CMVs mais baixos do food service, mas o tíquete também é baixo: o lucro está no combo (tapioca + suco + café) e no recheio premium cobrado certo. Carne seca dessalgada rende 60-65% do peso comprado — a ficha técnica tem que usar peso pós-dessalgue.

Dica de quem opera: Hidrate a goma em lotes de no máximo 2 dias de venda e marque data e hora no pote — goma azeda tem cheiro antes de ter gosto, e o cliente sente na primeira mordida.

A rotina mínima que funciona

  1. Semanal: contagem rápida dos itens críticos (lista acima) — com código de barras leva minutos;
  2. Mensal: inventário geral + fechamento do CMV;
  3. Sempre: conferir recebimento contra a nota fiscal e registrar quebras.
Na MISE, você escaneia o código de barras (base de 5 milhões de produtos), importa as notas por XML/PDF/foto e recebe o CMV e o relatório de perdas prontos. Grátis pra começar, sem cartão.
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