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App de stock para loja de conveniência: contar milhares de artigos sem fechar a loja

Por mise · Atualizado a 15/10/2026

Resposta rápida: numa loja de conveniência o stock controla-se por contagem cíclica: uma zona por dia, lida pelo código de barras, sem fechar a loja. As categorias de maior risco (tabaco, bebidas alcoólicas, energéticos) contam-se a cada turno; os frescos pela validade; o resto uma vez por mês. A quebra sai da comparação entre o que devia haver e o que se contou.

Leia o código de barras ou tire uma fotografia: a IA da mise encontra o artigo e devolve-o já classificado, pronto a contar. Numa loja de conveniência isso significa contar uma zona em cada turno com o telemóvel, sem fechar, e ver no fim do mês onde foi a quebra e o que falta encomendar.

A mise é uma app de inventário e gestão de stocks: aponte a câmara do telemóvel ao código de barras (ou tire uma fotografia) e o artigo aparece completo, com nome, marca, categoria e foto. Se for desconhecido, a IA da mise encontra-o. 7 dias grátis, sem cartão.

Uma loja de conveniência vende de tudo um pouco, a qualquer hora, com pouca gente por turno. São dois a quatro mil artigos, quase todos com código de barras, e a mesma caixa a registar tabaco, café, pão e gelo. Este guia mostra como manter o stock certo sem parar a loja.

O que uma loja de conveniência tem para contar

CategoriaPeso nas vendasFrequência de contagem
Tabaco e recargasAltoA cada turno
Bebidas (água, refrigerantes, energéticos)AltoSemanal
Cerveja, vinho e destiladosMédio a altoSemanal
Snacks, bolachas e docesMédioSemanal ou cíclica
Frescos: sandes, lacticínios, pãoMédioDiária (validade)
Higiene, limpeza e casaBaixoMensal
Gelo, carvão, acessórios autoSazonalMensal

Quase tudo tem código de barras de fábrica. É isso que torna a contagem rápida: aponta-se a câmara e o artigo aparece; o único trabalho é escrever a quantidade.

Contar por turno, sem fechar a loja

Uma loja 24 horas não pode parar para o inventário anual. A alternativa é a contagem cíclica: cada turno conta uma zona (uma prateleira, um frigorífico, o armário do tabaco) e, ao fim de duas semanas, a loja inteira passou pela contagem sem ninguém ter fechado a porta.

  1. Desenhe as zonas no mapa da loja: tabaco, caixa, frio 1, frio 2, prateleira A a F, armazém.
  2. Atribua uma zona a cada turno. O da noite conta o tabaco e o frio; o da manhã, uma prateleira.
  3. Leia o código de cada artigo com o telemóvel e escreva a quantidade. Caixas fechadas no armazém multiplicam-se pelas unidades.
  4. Feche a zona. Cada contagem fica com data, hora e quem contou.
  5. Reconte as diferenças grandes antes de as aceitar. Metade dos «furtos» são artigos arrumados no sítio errado.

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Onde a quebra acontece numa loja de conveniência

Exemplo com números. Uma loja de posto de combustível faz 28 000 € de vendas por mês. A quebra conhecida (fora de validade registado) é 1,2%, 336 €. A quebra desconhecida, que só aparece na contagem, é mais 1,6%, 448 €. Juntas, perto de 800 € por mês. Depois de dois meses a contar o tabaco a cada turno e o frio todos os dias, a quebra desconhecida caiu para 0,7%: 250 € por mês que ficaram na caixa.

Postos de combustível e lojas 24 horas

Na loja de um posto, o combustível tem o seu próprio controlo nas bombas; o stock que escapa é o da loja. Dois cuidados a mais:

Quem tem café, pastelaria ou sandes feitas na loja deve contar também as matérias-primas (café em grão, leite, pão) e registar o que vai para o lixo no fim do dia. É a única forma de saber se a secção de comida dá lucro.

Receção, stock mínimo e encomenda ao fornecedor

A quebra começa muitas vezes à porta das traseiras. Confira a entrega com a fatura: na mise, a fatura entra em XML, Excel ou CSV e os artigos ficam logo no stock com o preço pago. O que não bate, reclama-se no dia.

Defina um stock mínimo por artigo nas categorias que não podem faltar (água, tabaco, pão, gelo no verão). Quando o saldo fica abaixo, o artigo fica a vermelho e entra na lista de compras com a quantidade em falta; a lista sai em PDF ou Excel, ou vai por WhatsApp ou e-mail para o fornecedor. Ver stock mínimo e ponto de encomenda.

O que a mise faz na loja de conveniência, e o que não faz

Em resumo, o que está na caixa «Faça isto na mise»: leitura pelo código de barras ou fotografia, contagem por zona com a equipa, validade por artigo, stock mínimo com lista de compras, fatura em XML, Excel ou CSV e exportação para Excel e PDF, sem limite de artigos, contagens e leituras.

O que não faz: não é POS nem programa de faturação, a venda e o fecho de caixa continuam no seu sistema certificado. Não controla o combustível das bombas. Não envia alertas de validade; a validade fica registada em cada artigo para a ver na contagem diária dos frescos.
Experimente a mise na sua loja

Aponte a câmara do telemóvel ao código de barras: o artigo aparece completo e a quebra do mês sai em euros. 7 dias grátis.

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Perguntas frequentes

Quantos artigos tem uma loja de conveniência?

Em geral entre dois e quatro mil, conforme o tamanho e se tem café ou comida feita na loja. Quase todos têm código de barras de fábrica.

Com que frequência se conta?

Tabaco e bebidas alcoólicas a cada turno; frescos todos os dias pela validade; bebidas e snacks por semana; a loja inteira uma vez por mês, por zonas, sem fechar.

Qual é uma quebra normal numa loja de conveniência?

À volta de 1,5% a 2% das vendas, somando a conhecida e a desconhecida. Acima disso, olhe para o tabaco, as bebidas alcoólicas e a receção de mercadoria.

Dá para contar sem fechar a loja?

Sim: é a contagem cíclica. Cada turno conta uma zona e a loja inteira passa pela contagem em duas semanas, sem fechar a porta.

Quanto custa a mise?

7 dias grátis, sem cartão, para experimentar na sua loja.