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Controle de estoque para adega e loja de bebidas: o guia prático

Cada tipo de operação perde dinheiro num lugar diferente. Em adega e loja de bebidas, o vazamento clássico é a quebra silenciosa: garrafa que "some" entre a compra e a prateleira. Este guia mostra o que contar, com que frequência e qual número perseguir.

CMV de referência para adega e loja de bebidas: 55% a 70% (revenda) do faturamento

Os itens que decidem o custo

Regra 80/20: esses itens carregam a maior parte do valor do estoque — merecem contagem semanal, não só a mensal. Veja o passo a passo do inventário →

Onde adega e loja de bebidas costuma perder dinheiro

O ralo típico do segmento é a quebra silenciosa: garrafa que "some" entre a compra e a prateleira. Margem em revenda se controla por item, não na média: o vinho que gira paga a conta do que encalha.

Dica de quem opera: Conte por código de barras TODA entrada e toda semana os itens acima de R$ 100 — é onde o desvio se esconde.

A rotina mínima que funciona

  1. Semanal: contagem rápida dos itens críticos (lista acima) — com código de barras leva minutos;
  2. Mensal: inventário geral + fechamento do CMV;
  3. Sempre: conferir recebimento contra a nota fiscal e registrar quebras.
Na MISE, você escaneia o código de barras (base de 5 milhões de produtos), importa as notas por XML/PDF/foto e recebe o CMV e o relatório de perdas prontos. Grátis pra começar, sem cartão.
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