Controle de estoque para bar: o guia prático
Cada tipo de operação perde dinheiro num lugar diferente. Em bar, o vazamento clássico é a dose: sem dosador, cada bartender serve uma "dose" diferente — e a garrafa rende menos. Este guia mostra o que contar, com que frequência e qual número perseguir.
CMV de referência para bar: 18% a 25% (bebidas) do faturamento
Os itens que decidem o custo
- Destilados (vodka, gin, whisky)
- Cervejas long neck e barril
- Energéticos e refrigerantes
- Frutas de coquetelaria
- Gelo
- Descartáveis
Regra 80/20: esses itens carregam a maior parte do valor do estoque — merecem contagem semanal, não só a mensal. Veja o passo a passo do inventário →
Onde bar costuma perder dinheiro
O ralo típico do segmento é a dose: sem dosador, cada bartender serve uma "dose" diferente — e a garrafa rende menos. Barril de chope: registre a troca de cada barril e compare litros vendidos × litros comprados — perda de espuma/limpeza acima de 5% é problema de linha.
Dica de quem opera: Conte as garrafas abertas por PESO (balança) e feche o rendimento por garrafa: 1L de destilado = 20 doses de 50ml, sem choro.
A rotina mínima que funciona
- Semanal: contagem rápida dos itens críticos (lista acima) — com código de barras leva minutos;
- Mensal: inventário geral + fechamento do CMV;
- Sempre: conferir recebimento contra a nota fiscal e registrar quebras.
Na MISE, você escaneia o código de barras (base de 5 milhões de produtos), importa as notas por XML/PDF/foto e recebe o CMV e o relatório de perdas prontos. Grátis pra começar, sem cartão.
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