Controle de estoque para bistrô: o guia prático
Cada tipo de operação perde dinheiro num lugar diferente. Em bistrô, o vazamento clássico é o mise en place superdimensionado: casa de 40 lugares que porciona proteína e reduz molho pra 80 couverts numa quarta vazia — o filé porcionado que não saiu perde 1 dia de shelf life a cada serviço. Este guia mostra o que contar, com que frequência e qual número perseguir.
Os itens que decidem o custo
- Proteínas nobres porcionadas (filé, magret, peixe do dia)
- Manteiga (consumo alto em molhos)
- Creme de leite fresco
- Ervas frescas
- Vinhos da carta
- Queijos de finalização
Regra 80/20: esses itens carregam a maior parte do valor do estoque — merecem contagem semanal, não só a mensal. Veja o passo a passo do inventário →
Onde bistrô costuma perder dinheiro
O ralo típico do segmento é o mise en place superdimensionado: casa de 40 lugares que porciona proteína e reduz molho pra 80 couverts numa quarta vazia — o filé porcionado que não saiu perde 1 dia de shelf life a cada serviço. Bistrô vende técnica: molhos à base de manteiga e creme fresco fazem o quilo do prato custar caro em itens que ninguém conta — manteiga some 20% mais rápido do que a ficha técnica prevê em cozinha sem porcionamento. O peixe do dia tem que ser literal: comprado de manhã, vendido até a noite, precificado com margem pra sobra zero.
A rotina mínima que funciona
- Semanal: contagem rápida dos itens críticos (lista acima) — com código de barras leva minutos;
- Mensal: inventário geral + fechamento do CMV;
- Sempre: conferir recebimento contra a nota fiscal e registrar quebras.
Contagem por código de barras + CMV automático. Grátis, sem cartão.
Criar conta grátis