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Controle de estoque para casa de sucos: o guia prático

Cada tipo de operação perde dinheiro num lugar diferente. Em casa de sucos, o vazamento clássico é a fruta madura que ninguém pediu: compra semanal de hortifrúti sem olhar o giro real — a banana e o mamão do sábado apodrecem na terça e viram 8-12% do faturamento no lixo. Este guia mostra o que contar, com que frequência e qual número perseguir.

CMV de referência para casa de sucos: 25% a 32% do faturamento

Os itens que decidem o custo

Regra 80/20: esses itens carregam a maior parte do valor do estoque — merecem contagem semanal, não só a mensal. Veja o passo a passo do inventário →

Onde casa de sucos costuma perder dinheiro

O ralo típico do segmento é a fruta madura que ninguém pediu: compra semanal de hortifrúti sem olhar o giro real — a banana e o mamão do sábado apodrecem na terça e viram 8-12% do faturamento no lixo. Laranja rende 40-50% em suco: 1kg dá cerca de 450ml, e é essa taxa que define o preço do copo — extrator mal regulado ou fruta pequena derruba o rendimento e ninguém percebe sem medir. Açaí é o item de maior valor da câmara: barrica aberta e mal fechada cristaliza e perde textura em dias.

Dica de quem opera: Crie o 'suco do dia' com desconto usando a fruta que está no limite e compre hortifrúti 3x por semana em vez de uma compra grande na segunda.

A rotina mínima que funciona

  1. Semanal: contagem rápida dos itens críticos (lista acima) — com código de barras leva minutos;
  2. Mensal: inventário geral + fechamento do CMV;
  3. Sempre: conferir recebimento contra a nota fiscal e registrar quebras.
Na MISE, você escaneia o código de barras (base de 5 milhões de produtos), importa as notas por XML/PDF/foto e recebe o CMV e o relatório de perdas prontos. Grátis pra começar, sem cartão.
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