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Controle de estoque para choperia: o guia prático

Cada tipo de operação perde dinheiro num lugar diferente. Em choperia, o vazamento clássico é a espuma que vai pro ralo: chopeira desregulada ou extração malfeita queima 10% a 15% de cada barril — num barril de 50L são até 7,5 litros pagos que ninguém bebeu. Este guia mostra o que contar, com que frequência e qual número perseguir.

CMV de referência para choperia: 25% a 32% do faturamento

Os itens que decidem o custo

Regra 80/20: esses itens carregam a maior parte do valor do estoque — merecem contagem semanal, não só a mensal. Veja o passo a passo do inventário →

Onde choperia costuma perder dinheiro

O ralo típico do segmento é a espuma que vai pro ralo: chopeira desregulada ou extração malfeita queima 10% a 15% de cada barril — num barril de 50L são até 7,5 litros pagos que ninguém bebeu. Um barril de 50L rende em teoria 166 copos de 300ml — na prática, choperia bem operada tira 145 a 150. CO2 também some: cilindro vazando na conexão é custo invisível que só aparece quando o chope começa a sair 'morto'.

Dica de quem opera: Divida os litros vendidos no PDV pelos litros dos barris esvaziados na semana: se o rendimento ficar abaixo de 88%, chame o técnico da chopeira antes de culpar a equipe.

A rotina mínima que funciona

  1. Semanal: contagem rápida dos itens críticos (lista acima) — com código de barras leva minutos;
  2. Mensal: inventário geral + fechamento do CMV;
  3. Sempre: conferir recebimento contra a nota fiscal e registrar quebras.
Na MISE, você escaneia o código de barras (base de 5 milhões de produtos), importa as notas por XML/PDF/foto e recebe o CMV e o relatório de perdas prontos. Grátis pra começar, sem cartão.
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