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Controle de estoque para dark kitchen: o guia prático

Cada tipo de operação perde dinheiro num lugar diferente. Em dark kitchen, o vazamento clássico é o multi-marca: mesmo estoque alimentando 3 cardápios sem rateio — ninguém sabe qual marca dá lucro. Este guia mostra o que contar, com que frequência e qual número perseguir.

CMV de referência para dark kitchen: 30% a 36% do faturamento

Os itens que decidem o custo

Regra 80/20: esses itens carregam a maior parte do valor do estoque — merecem contagem semanal, não só a mensal. Veja o passo a passo do inventário →

Onde dark kitchen costuma perder dinheiro

O ralo típico do segmento é o multi-marca: mesmo estoque alimentando 3 cardápios sem rateio — ninguém sabe qual marca dá lucro. Embalagem por pedido chega a 15% do custo em dark kitchen — trate como insumo de ficha, não como despesa geral.

Dica de quem opera: Rateie o consumo por marca virtual usando ficha técnica × pedidos: a marca que "vende bem" pode ser a que dá prejuízo.

A rotina mínima que funciona

  1. Semanal: contagem rápida dos itens críticos (lista acima) — com código de barras leva minutos;
  2. Mensal: inventário geral + fechamento do CMV;
  3. Sempre: conferir recebimento contra a nota fiscal e registrar quebras.
Na MISE, você escaneia o código de barras (base de 5 milhões de produtos), importa as notas por XML/PDF/foto e recebe o CMV e o relatório de perdas prontos. Grátis pra começar, sem cartão.
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