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Controle de estoque para empório gourmet: o guia prático

Cada tipo de operação perde dinheiro num lugar diferente. Em empório gourmet, o vazamento clássico é a validade na gôndola: produto premium de giro lento — o azeite trufado de R$ 130 e a geleia importada vencem parados na prateleira e ninguém nota até o inventário, quando 3-5% do estoque já virou perda. Este guia mostra o que contar, com que frequência e qual número perseguir.

CMV de referência para empório gourmet: 45% a 55% do faturamento

Os itens que decidem o custo

Regra 80/20: esses itens carregam a maior parte do valor do estoque — merecem contagem semanal, não só a mensal. Veja o passo a passo do inventário →

Onde empório gourmet costuma perder dinheiro

O ralo típico do segmento é a validade na gôndola: produto premium de giro lento — o azeite trufado de R$ 130 e a geleia importada vencem parados na prateleira e ninguém nota até o inventário, quando 3-5% do estoque já virou perda. Empório é revenda, então o CMV naturalmente roda em 45-55% e a margem vem do mix: queijo fatiado na hora e cesta montada têm markup 2x maior que a garrafa de vinho de prateleira. Dezembro concentra até 35% da venda anual em cestas — errar a compra de novembro é carregar estoque caro por 6 meses.

Dica de quem opera: Rode um relatório de validade todo dia 1º e monte mesa de degustação com tudo que vence em 60 dias — degustar vende, vencer não.

A rotina mínima que funciona

  1. Semanal: contagem rápida dos itens críticos (lista acima) — com código de barras leva minutos;
  2. Mensal: inventário geral + fechamento do CMV;
  3. Sempre: conferir recebimento contra a nota fiscal e registrar quebras.
Na MISE, você escaneia o código de barras (base de 5 milhões de produtos), importa as notas por XML/PDF/foto e recebe o CMV e o relatório de perdas prontos. Grátis pra começar, sem cartão.
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