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Controle de estoque para lanchonete: o guia prático

Cada tipo de operação perde dinheiro num lugar diferente. Em lanchonete, o vazamento clássico é o óleo: trocado cedo demais é dinheiro fora, tarde demais é qualidade fora. Este guia mostra o que contar, com que frequência e qual número perseguir.

CMV de referência para lanchonete: 28% a 35% do faturamento

Os itens que decidem o custo

Regra 80/20: esses itens carregam a maior parte do valor do estoque — merecem contagem semanal, não só a mensal. Veja o passo a passo do inventário →

Onde lanchonete costuma perder dinheiro

O ralo típico do segmento é o óleo: trocado cedo demais é dinheiro fora, tarde demais é qualidade fora. Salgado congelado tem contagem fácil: unidades compradas × vendidas × estoque tem que fechar redondo.

Dica de quem opera: Padronize a troca do óleo por medição (fitas de polaridade) e registre cada troca — óleo é dos poucos insumos 100% controláveis.

A rotina mínima que funciona

  1. Semanal: contagem rápida dos itens críticos (lista acima) — com código de barras leva minutos;
  2. Mensal: inventário geral + fechamento do CMV;
  3. Sempre: conferir recebimento contra a nota fiscal e registrar quebras.
Na MISE, você escaneia o código de barras (base de 5 milhões de produtos), importa as notas por XML/PDF/foto e recebe o CMV e o relatório de perdas prontos. Grátis pra começar, sem cartão.
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