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Controle de estoque para petiscaria: o guia prático

Cada tipo de operação perde dinheiro num lugar diferente. Em petiscaria, o vazamento clássico é a porção sem gramatura: cada cozinheiro monta um 'tamanho' diferente e a porção de camarão que deveria ter 300g sai com 380g — 26% a mais de custo no prato mais caro da casa. Este guia mostra o que contar, com que frequência e qual número perseguir.

CMV de referência para petiscaria: 30% a 36% do faturamento

Os itens que decidem o custo

Regra 80/20: esses itens carregam a maior parte do valor do estoque — merecem contagem semanal, não só a mensal. Veja o passo a passo do inventário →

Onde petiscaria costuma perder dinheiro

O ralo típico do segmento é a porção sem gramatura: cada cozinheiro monta um 'tamanho' diferente e a porção de camarão que deveria ter 300g sai com 380g — 26% a mais de custo no prato mais caro da casa. Óleo de fritura é o custo escondido da petiscaria: saturado, escurece o empanado e força troca antes da hora; medidor de polaridade ou disciplina de filtragem diária estica a vida útil em 30-40%. Camarão perde 20-30% do peso no descongelamento — compre pelo peso drenado, não pelo peso da caixa.

Dica de quem opera: Cole a tabela de gramaturas na parede da estação de fritura e coloque uma balança digital ao lado da fritadeira — pesar leva 5 segundos e paga o aluguel.

A rotina mínima que funciona

  1. Semanal: contagem rápida dos itens críticos (lista acima) — com código de barras leva minutos;
  2. Mensal: inventário geral + fechamento do CMV;
  3. Sempre: conferir recebimento contra a nota fiscal e registrar quebras.
Na MISE, você escaneia o código de barras (base de 5 milhões de produtos), importa as notas por XML/PDF/foto e recebe o CMV e o relatório de perdas prontos. Grátis pra começar, sem cartão.
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