Controle de estoque para poke: o guia prático
Cada tipo de operação perde dinheiro num lugar diferente. Em poke, o vazamento clássico é o 'monte seu bowl' sem trava: cliente escolhe e o atendente serve proteína com colher cheia — 120g viram 160g e o bowl de CMV 33% vira 44% sem ninguém perceber. Este guia mostra o que contar, com que frequência e qual número perseguir.
Os itens que decidem o custo
- Atum e salmão em cubos
- Arroz e base de folhas
- Manga, abacaxi e frutas frescas
- Molhos (tarê, sriracha mayo, ponzu)
- Toppings (crispy, gergelim, cebola frita)
- Bowls e embalagens delivery
Regra 80/20: esses itens carregam a maior parte do valor do estoque — merecem contagem semanal, não só a mensal. Veja o passo a passo do inventário →
Onde poke costuma perder dinheiro
O ralo típico do segmento é o 'monte seu bowl' sem trava: cliente escolhe e o atendente serve proteína com colher cheia — 120g viram 160g e o bowl de CMV 33% vira 44% sem ninguém perceber. Peixe cru em cubos tem janela de 24-36h refrigerado depois de cortado — corte por demanda de turno, não o dia inteiro de manhã. No delivery, a embalagem é insumo de verdade: bowl, tampa, sachê e bag somam R$ 4-6 por pedido e têm que estar na ficha técnica como qualquer ingrediente.
A rotina mínima que funciona
- Semanal: contagem rápida dos itens críticos (lista acima) — com código de barras leva minutos;
- Mensal: inventário geral + fechamento do CMV;
- Sempre: conferir recebimento contra a nota fiscal e registrar quebras.
Contagem por código de barras + CMV automático. Grátis, sem cartão.
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