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Controle de estoque para quiosque de praia: o guia prático

Cada tipo de operação perde dinheiro num lugar diferente. Em quiosque de praia, o vazamento clássico é o perecível comprado olhando pro sol de quinta: estoque de camarão e peixe dimensionado pra fim de semana cheio — chove sábado e domingo e 30-40% do pescado da semana vence na câmara na terça. Este guia mostra o que contar, com que frequência e qual número perseguir.

CMV de referência para quiosque de praia: 28% a 35% do faturamento

Os itens que decidem o custo

Regra 80/20: esses itens carregam a maior parte do valor do estoque — merecem contagem semanal, não só a mensal. Veja o passo a passo do inventário →

Onde quiosque de praia costuma perder dinheiro

O ralo típico do segmento é o perecível comprado olhando pro sol de quinta: estoque de camarão e peixe dimensionado pra fim de semana cheio — chove sábado e domingo e 30-40% do pescado da semana vence na câmara na terça. Na praia, gelo é insumo e não coadjuvante: dia quente consome 3-4x mais e ficar sem gelo às 14h de domingo é fechar o caixa no melhor horário do mês. A sazonalidade é brutal — dezembro-fevereiro fatura o que junho-agosto não paga, então o estoque de baixa temporada tem que encolher junto com o movimento.

Dica de quem opera: Feche a compra de perecível na quinta olhando a previsão do tempo do fim de semana e negocie com o fornecedor entrega complementar de sábado de manhã pra não estocar no escuro.

A rotina mínima que funciona

  1. Semanal: contagem rápida dos itens críticos (lista acima) — com código de barras leva minutos;
  2. Mensal: inventário geral + fechamento do CMV;
  3. Sempre: conferir recebimento contra a nota fiscal e registrar quebras.
Na MISE, você escaneia o código de barras (base de 5 milhões de produtos), importa as notas por XML/PDF/foto e recebe o CMV e o relatório de perdas prontos. Grátis pra começar, sem cartão.
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