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Controle de estoque para restaurante italiano: o guia prático

Cada tipo de operação perde dinheiro num lugar diferente. Em restaurante italiano, o vazamento clássico é o queijo ralado à vontade: parmesão de R$ 120/kg ralado no salão sem porcionamento, mais burrata que vence em 5 dias comprada em caixa fechada — laticínio especial é 60% do vazamento da casa. Este guia mostra o que contar, com que frequência e qual número perseguir.

CMV de referência para restaurante italiano: 28% a 34% do faturamento

Os itens que decidem o custo

Regra 80/20: esses itens carregam a maior parte do valor do estoque — merecem contagem semanal, não só a mensal. Veja o passo a passo do inventário →

Onde restaurante italiano costuma perder dinheiro

O ralo típico do segmento é o queijo ralado à vontade: parmesão de R$ 120/kg ralado no salão sem porcionamento, mais burrata que vence em 5 dias comprada em caixa fechada — laticínio especial é 60% do vazamento da casa. Massa fresca tem rendimento traiçoeiro: 100g de massa seca viram 240g cozida, mas a fresca já hidratada rende só 1,6x — ficha técnica que confunde os dois erra o custo do prato em até 30%. Azeite extra virgem no salão em galheteiro aberto evapora margem: azeite finalizador é da cozinha, na mesa vai o intermediário.

Dica de quem opera: Rale o parmesão em potes porcionados de 10g por mesa e compre burrata em pedido casado com a previsão de vendas do fim de semana, nunca em lote mensal.

A rotina mínima que funciona

  1. Semanal: contagem rápida dos itens críticos (lista acima) — com código de barras leva minutos;
  2. Mensal: inventário geral + fechamento do CMV;
  3. Sempre: conferir recebimento contra a nota fiscal e registrar quebras.
Na MISE, você escaneia o código de barras (base de 5 milhões de produtos), importa as notas por XML/PDF/foto e recebe o CMV e o relatório de perdas prontos. Grátis pra começar, sem cartão.
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