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Controle de estoque para restaurante mexicano: o guia prático

Cada tipo de operação perde dinheiro num lugar diferente. Em restaurante mexicano, o vazamento clássico é o guacamole: abacate chega verde demais ou passa do ponto em 48h — caixa de 20kg comprada num estágio só de maturação perde 15-25% entre o 'ainda não dá' e o 'já passou'. Este guia mostra o que contar, com que frequência e qual número perseguir.

CMV de referência para restaurante mexicano: 27% a 33% do faturamento

Os itens que decidem o custo

Regra 80/20: esses itens carregam a maior parte do valor do estoque — merecem contagem semanal, não só a mensal. Veja o passo a passo do inventário →

Onde restaurante mexicano costuma perder dinheiro

O ralo típico do segmento é o guacamole: abacate chega verde demais ou passa do ponto em 48h — caixa de 20kg comprada num estágio só de maturação perde 15-25% entre o 'ainda não dá' e o 'já passou'. Marinadas são estoque invisível: a carne que ficou 3 dias na marinada e não saiu já perdeu textura e vira perda mesmo sem vencer. Tortilla artesanal resseca em horas — casa que faz na hora precisa cravar a produção pelo histórico de terça vs sábado, que varia fácil 3x.

Dica de quem opera: Compre abacate escalonado em três estágios de maturação (pronto, 2 dias, 4 dias) e produza guacamole em lotes pequenos por turno, com filme plástico em contato direto pra segurar oxidação.

A rotina mínima que funciona

  1. Semanal: contagem rápida dos itens críticos (lista acima) — com código de barras leva minutos;
  2. Mensal: inventário geral + fechamento do CMV;
  3. Sempre: conferir recebimento contra a nota fiscal e registrar quebras.
Na MISE, você escaneia o código de barras (base de 5 milhões de produtos), importa as notas por XML/PDF/foto e recebe o CMV e o relatório de perdas prontos. Grátis pra começar, sem cartão.
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