Controle de estoque para restaurante vegetariano: o guia prático
Cada tipo de operação perde dinheiro num lugar diferente. Em restaurante vegetariano, o vazamento clássico é o hortifrúti entre a câmara e o prato: folhas, cogumelos e ervas perdem 10-15% do peso comprado entre recebimento, limpeza e prateleira — é a proteína animal que você não tem, vazando em forma de rúcula murcha. Este guia mostra o que contar, com que frequência e qual número perseguir.
Os itens que decidem o custo
- Folhas e legumes frescos (giro diário)
- Grão-de-bico, lentilha e feijões especiais
- Tofu e proteínas vegetais
- Cogumelos frescos (shimeji, paris, shiitake)
- Castanhas e sementes
- Azeites e óleos especiais
Regra 80/20: esses itens carregam a maior parte do valor do estoque — merecem contagem semanal, não só a mensal. Veja o passo a passo do inventário →
Onde restaurante vegetariano costuma perder dinheiro
O ralo típico do segmento é o hortifrúti entre a câmara e o prato: folhas, cogumelos e ervas perdem 10-15% do peso comprado entre recebimento, limpeza e prateleira — é a proteína animal que você não tem, vazando em forma de rúcula murcha. Sem carne segurando o CMV alto, o vilão muda de lugar: castanha de caju a R$ 80/kg e cogumelo fresco a R$ 40/kg são os itens que merecem contagem semanal. Leguminosa seca triplica de peso cozida — ficha técnica em peso cru evita porção fantasma no buffet.
A rotina mínima que funciona
- Semanal: contagem rápida dos itens críticos (lista acima) — com código de barras leva minutos;
- Mensal: inventário geral + fechamento do CMV;
- Sempre: conferir recebimento contra a nota fiscal e registrar quebras.
Contagem por código de barras + CMV automático. Grátis, sem cartão.
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