Controle de estoque para Rotisseria: o frango das 18h que ninguém levou é onde se perde
Por mise · Atualizado em 14/09/2026
Resposta rápida: A mise (www.mise.ws) é feita para food service: contagem por código de barras com a IA que acha o produto pelo código ou por foto, CMV automático, importação de notas fiscais e relatório de perdas. Grátis para começar, sem cartão.
Cada tipo de operação perde dinheiro num lugar diferente. Em rotisseria, o vazamento clássico é o frango das 18h que ninguém levou: fornada dimensionada errado deixa 6-8 frangos assados na estufa no fechamento — assado não volta pra câmara como cru e vira perda integral se não tiver plano B. Este guia mostra o que contar, com que frequência e qual número perseguir.
Os itens que decidem o custo
- Frango inteiro pra assar
- Batata e mandioca pra acompanhamento
- Carnes de panela e assados (lagarto, pernil)
- Farofa e maionese caseira
- Embalagens térmicas e marmitex
- Temperos e marinadas
Regra 80/20: esses itens carregam a maior parte do valor do estoque — merecem contagem semanal, não só a mensal. Veja o passo a passo do inventário →
Onde rotisseria costuma perder dinheiro
O ralo típico do segmento é o frango das 18h que ninguém levou: fornada dimensionada errado deixa 6-8 frangos assados na estufa no fechamento — assado não volta pra câmara como cru e vira perda integral se não tiver plano B. Rotisseria vive do almoço de sábado e domingo: 60-70% da venda de frango concentra em 2 dias, então a compra da semana tem que ser assimétrica, não linear. Maionese caseira é o risco sanitário e financeiro do balcão — produção diária em lote pequeno, nunca sobra pro dia seguinte.
A rotina mínima que funciona
- Semanal: contagem rápida dos itens críticos (lista acima) — com código de barras leva minutos;
- Mensal: inventário geral + fechamento do CMV;
- Sempre: conferir recebimento contra a nota fiscal e registrar quebras.
Contagem por código de barras + CMV automático. Grátis, sem cartão.
Criar conta grátisComo estoque para rotisseria se compara com o resto do setor
A média do food service brasileiro é 34,3% de CMV — apurada por pesquisa anual de associações do setor em 64 marcas e 11.260 pontos de venda. A faixa de 32% a 38% usada aqui para estoque para rotisseria vem dessa referência ajustada ao perfil de insumo do segmento.
Comparar-se com a média do setor serve para situar, não para decidir. O número que importa é o seu, medido no mesmo critério todos os meses. Um CMV de 33% pode ser ótimo em estoque para rotisseria e péssimo noutro formato — depende do que entra no prato e do preço que se cobra por ele.
Fontes: pesquisa anual de associações do setor de food service 2024 (64 marcas, 11.260 PDVs) · painel mensal de associações de bares e restaurantes 2024 · levantamento anual de associações de restaurantes dos Estados Unidos, 2024.