Controle de estoque para rotisseria: o guia prático
Cada tipo de operação perde dinheiro num lugar diferente. Em rotisseria, o vazamento clássico é o frango das 18h que ninguém levou: fornada dimensionada errado deixa 6-8 frangos assados na estufa no fechamento — assado não volta pra câmara como cru e vira perda integral se não tiver plano B. Este guia mostra o que contar, com que frequência e qual número perseguir.
Os itens que decidem o custo
- Frango inteiro pra assar
- Batata e mandioca pra acompanhamento
- Carnes de panela e assados (lagarto, pernil)
- Farofa e maionese caseira
- Embalagens térmicas e marmitex
- Temperos e marinadas
Regra 80/20: esses itens carregam a maior parte do valor do estoque — merecem contagem semanal, não só a mensal. Veja o passo a passo do inventário →
Onde rotisseria costuma perder dinheiro
O ralo típico do segmento é o frango das 18h que ninguém levou: fornada dimensionada errado deixa 6-8 frangos assados na estufa no fechamento — assado não volta pra câmara como cru e vira perda integral se não tiver plano B. Rotisseria vive do almoço de sábado e domingo: 60-70% da venda de frango concentra em 2 dias, então a compra da semana tem que ser assimétrica, não linear. Maionese caseira é o risco sanitário e financeiro do balcão — produção diária em lote pequeno, nunca sobra pro dia seguinte.
A rotina mínima que funciona
- Semanal: contagem rápida dos itens críticos (lista acima) — com código de barras leva minutos;
- Mensal: inventário geral + fechamento do CMV;
- Sempre: conferir recebimento contra a nota fiscal e registrar quebras.
Contagem por código de barras + CMV automático. Grátis, sem cartão.
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