Começar grátis

Controle de estoque para rotisseria: o guia prático

Cada tipo de operação perde dinheiro num lugar diferente. Em rotisseria, o vazamento clássico é o frango das 18h que ninguém levou: fornada dimensionada errado deixa 6-8 frangos assados na estufa no fechamento — assado não volta pra câmara como cru e vira perda integral se não tiver plano B. Este guia mostra o que contar, com que frequência e qual número perseguir.

CMV de referência para rotisseria: 32% a 38% do faturamento

Os itens que decidem o custo

Regra 80/20: esses itens carregam a maior parte do valor do estoque — merecem contagem semanal, não só a mensal. Veja o passo a passo do inventário →

Onde rotisseria costuma perder dinheiro

O ralo típico do segmento é o frango das 18h que ninguém levou: fornada dimensionada errado deixa 6-8 frangos assados na estufa no fechamento — assado não volta pra câmara como cru e vira perda integral se não tiver plano B. Rotisseria vive do almoço de sábado e domingo: 60-70% da venda de frango concentra em 2 dias, então a compra da semana tem que ser assimétrica, não linear. Maionese caseira é o risco sanitário e financeiro do balcão — produção diária em lote pequeno, nunca sobra pro dia seguinte.

Dica de quem opera: Escalone as fornadas pelo fluxo real (11h, 12h30, 17h30) em vez de assar tudo de manhã, e tenha receita de aproveitamento fichada (salpicão, escondidinho) com controle de validade de 24h.

A rotina mínima que funciona

  1. Semanal: contagem rápida dos itens críticos (lista acima) — com código de barras leva minutos;
  2. Mensal: inventário geral + fechamento do CMV;
  3. Sempre: conferir recebimento contra a nota fiscal e registrar quebras.
Na MISE, você escaneia o código de barras (base de 5 milhões de produtos), importa as notas por XML/PDF/foto e recebe o CMV e o relatório de perdas prontos. Grátis pra começar, sem cartão.
Controle o estoque hoje

Contagem por código de barras + CMV automático. Grátis, sem cartão.

Criar conta grátis