Controle de estoque para sorveteria e açaí: o guia prático
Cada tipo de operação perde dinheiro num lugar diferente. Em sorveteria e açaí, o vazamento clássico é o topping self-service: cliente serve 80g onde a ficha previa 30g. Este guia mostra o que contar, com que frequência e qual número perseguir.
CMV de referência para sorveteria e açaí: 30% a 40% do faturamento
Os itens que decidem o custo
- Polpa de açaí
- Bases e leite
- Toppings (leite em pó, paçoca, frutas)
- Copos e potes por tamanho
- Caldas
Regra 80/20: esses itens carregam a maior parte do valor do estoque — merecem contagem semanal, não só a mensal. Veja o passo a passo do inventário →
Onde sorveteria e açaí costuma perder dinheiro
O ralo típico do segmento é o topping self-service: cliente serve 80g onde a ficha previa 30g. Açaí tem sazonalidade forte: compare CMV verão × inverno separadamente ou o número mente.
Dica de quem opera: No self-service, pese amostras semanais do copo médio real e reprecifique — a balança do caixa é sua amiga.
A rotina mínima que funciona
- Semanal: contagem rápida dos itens críticos (lista acima) — com código de barras leva minutos;
- Mensal: inventário geral + fechamento do CMV;
- Sempre: conferir recebimento contra a nota fiscal e registrar quebras.
Na MISE, você escaneia o código de barras (base de 5 milhões de produtos), importa as notas por XML/PDF/foto e recebe o CMV e o relatório de perdas prontos. Grátis pra começar, sem cartão.
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