Controle de estoque para temakeria: o guia prático
Cada tipo de operação perde dinheiro num lugar diferente. Em temakeria, o vazamento clássico é a mão pesada no cone: o temaki de ficha técnica leva 80g de salmão, mas o sushiman capricha e vai a 110g — 37% a mais no insumo que responde por metade do CMV da casa. Este guia mostra o que contar, com que frequência e qual número perseguir.
Os itens que decidem o custo
- Salmão fresco (limpeza diária)
- Arroz japonês (gohan)
- Alga nori
- Cream cheese
- Shoyu, tarê e gergelim
- Couve crispy e complementos
Regra 80/20: esses itens carregam a maior parte do valor do estoque — merecem contagem semanal, não só a mensal. Veja o passo a passo do inventário →
Onde temakeria costuma perder dinheiro
O ralo típico do segmento é a mão pesada no cone: o temaki de ficha técnica leva 80g de salmão, mas o sushiman capricha e vai a 110g — 37% a mais no insumo que responde por metade do CMV da casa. O rendimento do salmão é a conta-mestre: um filé de 2kg limpo rende 65-70% em cortes aproveitáveis — as aparas têm que virar temaki de skin ou hot roll, nunca lixo. Gohan passado do ponto ou ressecado após 4h de cuba também é perda: cozinhe em lotes de 2h nos horários de pico.
A rotina mínima que funciona
- Semanal: contagem rápida dos itens críticos (lista acima) — com código de barras leva minutos;
- Mensal: inventário geral + fechamento do CMV;
- Sempre: conferir recebimento contra a nota fiscal e registrar quebras.
Contagem por código de barras + CMV automático. Grátis, sem cartão.
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