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Controle de estoque para wine bar: o guia prático

Cada tipo de operação perde dinheiro num lugar diferente. Em wine bar, o vazamento clássico é a garrafa aberta pra taça que oxida: sem sistema de preservação, vinho aberto aguenta 2-3 dias — cada garrafa de R$ 90 que azeda pela metade são R$ 45 direto no lixo. Este guia mostra o que contar, com que frequência e qual número perseguir.

CMV de referência para wine bar: 30% a 38% do faturamento

Os itens que decidem o custo

Regra 80/20: esses itens carregam a maior parte do valor do estoque — merecem contagem semanal, não só a mensal. Veja o passo a passo do inventário →

Onde wine bar costuma perder dinheiro

O ralo típico do segmento é a garrafa aberta pra taça que oxida: sem sistema de preservação, vinho aberto aguenta 2-3 dias — cada garrafa de R$ 90 que azeda pela metade são R$ 45 direto no lixo. No vinho a conta inverte: o CMV percentual é mais alto que em coquetelaria, mas o tíquete absoluto compensa — uma garrafa vendida a 2,5x o custo deixa mais reais na mesa que um drink com CMV de 18%. Queijo e charcutaria fatiados na hora perdem 5-8% em aparas se ninguém pesa.

Dica de quem opera: Etiquete toda garrafa aberta com data e hora, use bomba de vácuo ou gás inerte, e monte a carta de taças só com rótulos que giram pelo menos uma garrafa por dia.

A rotina mínima que funciona

  1. Semanal: contagem rápida dos itens críticos (lista acima) — com código de barras leva minutos;
  2. Mensal: inventário geral + fechamento do CMV;
  3. Sempre: conferir recebimento contra a nota fiscal e registrar quebras.
Na MISE, você escaneia o código de barras (base de 5 milhões de produtos), importa as notas por XML/PDF/foto e recebe o CMV e o relatório de perdas prontos. Grátis pra começar, sem cartão.
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