Controle de estoque para wine bar: o guia prático
Cada tipo de operação perde dinheiro num lugar diferente. Em wine bar, o vazamento clássico é a garrafa aberta pra taça que oxida: sem sistema de preservação, vinho aberto aguenta 2-3 dias — cada garrafa de R$ 90 que azeda pela metade são R$ 45 direto no lixo. Este guia mostra o que contar, com que frequência e qual número perseguir.
Os itens que decidem o custo
- Vinhos de guarda e de giro (adega climatizada)
- Garrafas abertas pra venda em taça
- Queijos especiais
- Charcutaria (presunto cru, copa, salame)
- Pães e torradas
- Taças de cristal (quebra e extravio)
Regra 80/20: esses itens carregam a maior parte do valor do estoque — merecem contagem semanal, não só a mensal. Veja o passo a passo do inventário →
Onde wine bar costuma perder dinheiro
O ralo típico do segmento é a garrafa aberta pra taça que oxida: sem sistema de preservação, vinho aberto aguenta 2-3 dias — cada garrafa de R$ 90 que azeda pela metade são R$ 45 direto no lixo. No vinho a conta inverte: o CMV percentual é mais alto que em coquetelaria, mas o tíquete absoluto compensa — uma garrafa vendida a 2,5x o custo deixa mais reais na mesa que um drink com CMV de 18%. Queijo e charcutaria fatiados na hora perdem 5-8% em aparas se ninguém pesa.
A rotina mínima que funciona
- Semanal: contagem rápida dos itens críticos (lista acima) — com código de barras leva minutos;
- Mensal: inventário geral + fechamento do CMV;
- Sempre: conferir recebimento contra a nota fiscal e registrar quebras.
Contagem por código de barras + CMV automático. Grátis, sem cartão.
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