Começar grátis

Software de gestão de stocks gratuito para pequenos negócios

Por mise · Atualizado a 30/09/2026

Resposta rápida: há programas de gestão de stocks gratuitos em Portugal, mas quase todos são gratuitos com limites (número de produtos, de utilizadores, de meses) ou são o módulo de stock de um programa de faturação. Antes de escolher, faça um teste: ler 10 códigos de barras e ver quantos produtos vêm completos, fotografar uma fatura e ver se as compras entram, e comparar duas contagens e ver se a quebra aparece produto a produto. A mise dá 7 dias grátis, sem cartão; depois custa 33 € por mês.

"Gratuito" é a palavra mais pesquisada a seguir a "gestão de stocks", e a mais mal explicada. Este guia diz o que costuma estar por trás, o que vale a pena comparar e como testar um programa numa tarde com os seus próprios produtos.

O que "gratuito" costuma querer dizer

ModeloO que éOnde aperta
Plano grátis com limitesUma versão do programa com teto de produtos, utilizadores ou movimentosO limite chega quando o stock já lá está todo, e mudar custa
Período de testeTodas as funções, por dias ou semanasServe para decidir; convém que seja sem cartão
Módulo de stock num programa de faturaçãoO stock vem incluído no POS ou na faturação certificadaFeito para a venda, não para a contagem: cada produto é criado à mão
Folha de cálculoExcel ou Google SheetsTudo é escrito à mão; veja a nossa folha de gestão de stocks grátis

O que comparar (o teste de uma tarde)

  1. Lê o código de barras e devolve o produto? Leia 10 artigos da prateleira. Conte quantos vêm com nome, marca, categoria e unidade preenchidos. Se a resposta for "cria-se o produto e depois associa-se o código", vai passar as primeiras semanas a registar fichas.
  2. A fatura entra sozinha? Fotografe uma fatura de fornecedor ou envie o PDF. As linhas devem entrar no stock com quantidade e preço pago. Sem isto, o custo fica desatualizado.
  3. Mostra a quebra produto a produto? Feche duas contagens e veja se o programa diz o que falta, em unidades e em euros, por artigo. Um total não chega.
  4. Conta-se no telemóvel? O stock está na prateleira. Android e iPhone, e a mesma conta no computador.
  5. Exporta? Excel, PDF e CSV para o contabilista, para a comunicação de inventário à AT e para o seu programa de gestão.
  6. Quanto custa quando deixa de ser grátis? Um preço por mês, claro, sem "contacte-nos".

As opções em Portugal, com honestidade

Não fazemos ranking: os programas mudam e cada negócio pesa as coisas de maneira diferente. Confirme os limites nos sites de cada um.

O critério que decide

Lê o código e devolve o produto? Tudo o resto (relatórios, gráficos, integrações) só serve se os dados entrarem sem esforço. Um programa gratuito em que cada produto se cria à mão sai mais caro, em horas, do que um pago em que se lê o código e está feito.

Para um café, uma garrafeira ou uma loja pequena, o teste dos 10 códigos costuma decidir em dez minutos. Para um restaurante, junte o teste da fatura e as fichas técnicas.

Teste com os seus produtos

Leia 10 códigos e veja quantos vêm completos. 7 dias grátis, sem cartão; depois, 33 € por mês.

Experimentar grátis
Continue por aqui App de inventário grátis: as 7 funções App de controlo de stock: o que tem de fazer A melhor app de gestão de stocks para restaurantes Gestão de stocks em Excel: folha grátis

Perguntas frequentes

Há programa de gestão de stocks gratuito em Portugal?

Há, quase sempre com limites: número de produtos, de utilizadores ou de meses, ou como módulo de um programa de faturação. Compare pelo teste dos 10 códigos: quantos produtos vêm completos só de ler o código de barras.

A mise é gratuita?

Tem 7 dias grátis, sem cartão, com todas as funções. Depois custa 33 € por mês, sem limite de produtos nem de contagens.

Um programa de faturação chega para gerir o stock?

Para saber o que saiu pela venda, sim. Para contar, medir quebras e valorizar o inventário ao custo real, costuma faltar: os produtos criam-se à mão e a compra é lançada linha a linha.

Que software de stock usa código de barras?

Quase todos leem o código; poucos devolvem o produto a partir dele. A diferença está em ter uma base de produtos já classificada, como a da mise, em vez de pedir ao utilizador que crie cada ficha.