App de inventário: contar o stock a ler o código de barras no telemóvel
Por mise · Atualizado a 06/10/2026
Resposta rápida: uma app de inventário serve para contar o stock no telemóvel em vez de papel ou folha de cálculo: lê-se o código de barras (ou tira-se uma fotografia), indica-se a quantidade e a contagem fica guardada com data, local e responsável, já valorizada em euros. A mise é uma app de inventário em que ler o código devolve o produto completo — nome, marca, categoria, tamanho, fotografia e preço de referência — e, se o produto for desconhecido, a IA da mise encontra-o. Compara contagens para mostrar as quebras e exporta para Excel e PDF. Serve para qualquer negócio com stock: restaurante, bar, café, pastelaria, supermercado, farmácia, garrafeira, hotel ou distribuidor. 7 dias grátis, sem cartão; depois, 33 €/mês.
Fazer o inventário à mão tem sempre o mesmo custo: escrever o nome de cada produto, passar a limpo, somar e descobrir no fim que alguém contou caixas onde devia contar garrafas. Uma aplicação de inventário tira o papel do meio. A pergunta útil não é se vale a pena, é o que a app tem de fazer para poupar tempo a sério.
O que é uma app de inventário
É uma aplicação de telemóvel (e, de preferência, também de computador) para fazer a contagem de stock: percorre-se o armazém, a câmara, o bar ou a loja, identifica-se cada produto e regista-se a quantidade. No fim, a contagem fica com o valor do stock e pode comparar-se com a anterior.
A diferença entre uma boa app e uma lista com ecrã está no primeiro passo: identificar o produto. Se a app obriga a criar cada artigo à mão antes de contar (nome, unidade, categoria), o trabalho continua lá, só mudou de sítio. Se ler o código de barras devolve o produto pronto, a contagem começa no primeiro minuto.
| Inventário (contagem) | Controlo de stock (contínuo) | |
|---|---|---|
| Pergunta | Quanto há e quanto vale, hoje? | Quanto entrou e saiu desde a última vez? |
| Quando | Semanal, mensal e no fim do ano | Todos os dias |
| Guia | Este guia | App de controlo de stock |
Como fazer o inventário com uma app, passo a passo
- Criar a conta e os locais. Um local por zona física: armazém, câmara frigorífica, cozinha, bar, loja, garrafeira. Cada local conta-se à parte e o total junta-se sozinho.
- Ler o código de barras. Aponta-se a câmara do telemóvel (ou um leitor Bluetooth) ao código. Na mise o produto aparece com nome, marca, categoria e tamanho, sem registo prévio.
- Indicar a quantidade. Em unidades, em decimais para o que está aberto (0,5 garrafa) ou pesada numa balança Bluetooth, para carne, granel e bebida a copo.
- Produtos sem código. Pão, fruta, carne ao corte: entram à mão uma vez, com nome e unidade, e ficam para as contagens seguintes.
- Fechar a contagem. Fica guardada com data, hora e quem contou, e valorizada ao preço de compra.
- Comparar e exportar. Duas contagens lado a lado, mais as faturas do período, dão o consumo e a quebra por produto, em unidades e em euros. Exporta-se para Excel ou PDF para o contabilista.
Para a organização da contagem em si (quem conta, por que ordem, como evitar contar duas vezes), veja como fazer um inventário de stock.
Inventário com código de barras: câmara ou leitor?
A câmara do telemóvel chega para a maior parte dos negócios: lê EAN-13, EAN-8 e UPC sem acessórios. Um leitor de código de barras Bluetooth compensa quando há muitas leituras por contagem, quando se conta com luvas ou quando o ecrã está molhado (câmaras frigoríficas, bares). Os dois funcionam na mise, no Android e no iPhone.
E quando a app não conhece o produto?
É o momento que decide se a app serve. Na maioria das apps de inventário, um código desconhecido abre um formulário vazio. Na mise, a IA procura o produto pelo código de barras ou por uma fotografia do rótulo, classifica-o (grupo, categoria, unidade, tamanho) e devolve-o pronto; o produto fica guardado para a próxima leitura. Pode tirar a dúvida agora, sem conta: consultar um código de barras online.
Quando o código não ajuda, a fotografia resolve: veja como funciona a IA que reconhece o produto pela foto.
Papel, folha de cálculo ou app: comparação honesta
| Papel | Folha de cálculo | App genérica | mise | |
|---|---|---|---|---|
| Identificar o produto | Escrever à mão | Escrever numa célula | Criar cada artigo antes de contar | Ler o código ou tirar uma fotografia |
| Produto desconhecido | — | — | Formulário vazio | A IA encontra-o e classifica-o |
| Valor do stock | Soma à parte | Fórmulas | Depende | Automático, em euros |
| Quebras por produto | Não | Se as fórmulas estiverem certas | Raramente | Contagem contra contagem |
| Várias pessoas a contar | Folhas soltas | Versões do ficheiro | Depende do plano | Equipa com permissões, por local |
| Custo | 0 € | 0 € (mais o tempo) | Grátis com limites ou mensalidade | 7 dias grátis; depois 33 €/mês |
Onde a folha de cálculo ainda chega: até 150 a 200 produtos, uma pessoa a contar e sem necessidade de ver as quebras produto a produto. Para esse caso há uma folha de gestão de stocks em Excel grátis. O que a mise não faz: faturação nem a parte fiscal, que ficam no POS ou no programa certificado.
Para que negócios serve
- Restaurantes e restauração: cozinha, câmara e bar no mesmo inventário, com gestão de stocks para restaurantes e food cost.
- Bares e garrafeiras: garrafas abertas por fração ou peso; veja o inventário de bar.
- Cafés, pastelarias e padarias: poucos produtos, muitos com código; IA para cafés e IA para padarias.
- Supermercados, minimercados e lojas de conveniência: cada sabor e cada embalagem é uma referência; veja o inventário de loja.
- Farmácias e parafarmácias: dermocosmética, higiene e venda livre pelo código; inventário de farmácia.
- Hotéis e alojamento local: economato, minibar e enxoval; gestão de stock para hotéis.
- Pet shops, lojas de cosmética e distribuidores: o mesmo método, com contagem por local e exportação para o sistema de gestão.
Inventário anual e o contabilista
Em Portugal, o inventário de 31 de dezembro é a base do CMVMC e, para muitas empresas, tem de ser comunicado à AT até 31 de janeiro. A app de inventário trata da parte difícil, contar bem e valorizar; a mise exporta o inventário valorizado em Excel e PDF, que é o que o contabilista ou o programa de faturação usa para a comunicação.
Quanto custa
A mise tem 7 dias grátis, sem cartão, com todas as funções. Depois custa 33 € por mês, com produtos e contagens ilimitados. Para quem faz contagens em vários clientes há o plano Consultor, combinado por WhatsApp. Se procura especificamente uma opção sem custo, leia o que avaliar numa app de inventário grátis.
Leia o código de barras ou tire uma fotografia: a IA da mise encontra o produto e classifica-o. Contagens por local, quebras em euros e Excel. 7 dias grátis, sem cartão; depois, 33 € por mês.
Experimentar grátisPerguntas frequentes
Qual é a melhor app de inventário?
A que identifica o produto na leitura do código de barras, sem registo prévio, e que compara contagens para mostrar as quebras em euros. A mise faz as duas coisas: lê o código ou uma fotografia, a IA traz o produto completo e a comparação de contagens dá a quebra por produto. Tem 7 dias grátis para testar com os seus produtos.
Preciso de registar os produtos antes de fazer o inventário?
Na mise, não. Ler o código de barras devolve o produto pronto. Só os produtos sem código (pão, fruta, carne ao corte) entram à mão, uma vez.
A app de inventário funciona sem internet?
A contagem sim: fica guardada no telemóvel e sincroniza quando a rede volta. Só a procura de um produto novo, que ainda não está na base, precisa de ligação nesse momento.
Várias pessoas podem contar ao mesmo tempo?
Podem. Convida-se a equipa com permissões e cada pessoa conta o seu local, no seu telemóvel, na mesma contagem.
Funciona no Android, no iPhone e no computador?
Sim. A mise tem app no Google Play e na App Store e abre no navegador do computador, com a mesma conta.
Serve para o inventário anual?
Serve para contar e valorizar o stock de 31 de dezembro e exportar o resultado em Excel ou PDF para o contabilista. A comunicação à AT é feita a partir desse inventário, pelo contabilista ou pelo programa de faturação.
Quanto custa a mise?
7 dias grátis, sem cartão. Depois, 33 € por mês, com produtos e contagens ilimitados.